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quinta-feira, 19 de junho de 2008

Não será desta vez...

Prezados amigos corneteiros. No próximo sábado, o São Paulo enfrentará o Sport, campeão da Copa do Brasil, no Morumbi, às 18h20. Certamente, o jogo não será transmitido, a não ser pelo PPV. Assim, tal como na últimas 4 rodadas do campeonato nacional, não consiguirei fazer o review do jogo por aqui, tal como tem acontecido nas últimas semanas, por razões diversas.

Apenas para constar, baixei na Internet os ultimos dois jogos do SPFC contra o Galo e Flamengo. Tinha visto apenas os gols, e lido alguns comentários. Ontem, assisti ao jogo da última rodada, enquanto esperava o jogo da seleção começar. Dá pra dizer que, em muitos momentos, o Tricolor jogou bem, o que dá um ânimo para o torcedor que viu seu time sofrível na maioria das oportunidades em 2008.

No mais, acho que ficarei devendo uma análise do próximo jogo também. Vamos ver... Espero que a correria aqui também dê uma trégua para porder passar mais por aqui e cornetar, como de costume.

Sensacional!!!



Essa camisa do SPFC, lançada no início de 2008 e repetida no lançamento da nova linha retrô, é realmente muito bonita! Pena que não possa ser utilizada em jogos por questões estatutárias do clube. Seria uma bela jogada de mkt, que teve que se virar para lançar o produto como apenas "camisa do torcedor". Ver o SPFC em campo, assim, só na imaginação. É uma pena... Mas logo, vou agregar esta aí para minha singela coleção, também.

A propósito, qualquer hora farei um especial, na base do combo (aqui no CFC e no Camisas de Futebola), sobre minhas camisas tricolinas! Aguardem!

domingo, 18 de maio de 2008

Bom empate, mas merecia a vitória...




Bosco; Bruno, Aislan e Juninho; Éder, Wellington (depois Rafael), Joílson, Júnior e Alex Cazumba; Éder Luís (depois Sérgio Mota) e Borges. Este foi o time que Muricy colocou em campo contra o já conhecido Atlético do Paraná, em seu meio-estádio. Além do retrospecto desfavorável jogando por lá, pesava a estréia de MUITOS garotos. Tudo pra ser um jogo pra ser esquecido.

E assim começou. Com pressão, o CAP logo fez o primeiro, em jogada de falha de marcação e de saída de Bosco. Que, alias, seria a primeira e única do time tricolor. Aos poucos os jovens Wellington e Bruno tomaram conta do meio-campo e as chances de ataque começaram a aparecer. O São Paulo ja foi para o intervalo muito mais perto de alcançar o empate que do o CAP apliar o placar em seu favor.

E ao iniciar o segundo tempo, realmente passou a ser questão de tempo. Com a entrada de Rafael (e com três laterais direitos em campo, rs...), o São Paulo ganhou muita força ofensiva e chegou a meter duas bolas na trave. Até que numa boa jogada (que até no time titular estava complicada de ser ver, ultimamente...) Éder Luis fez o gol de empate. Gol, alias, que nem de longe livra sua cara, como o pior em campo pelo São Paulo. Júnior, como único jogadore realmente experiente em campo pelo Tricolor, teve o papel de articulador e, apesar do peso da idade e do fisico, não foi mal.

A zaga esteve muito bem, com destaque para Juninho e Aislan. Este, por outro lado, foi injustamente expulso em lance que, se muito, foi falta. O próprio bandeira, marcou apenas lateral no lance. Alias, o juiz e seus assistentes estiverem em jornada terrível. A meu ver, e falando bem francamente e sem cornetagens, prejudicou muito mais ao time visitante que o time do meio-estádio. O lance do penalti marcado e invalidado pode até ser discutível, mas o impedimento assinalado não houve, e por quase 1,5 metros.

Enfim, acabou saindo barato para o time paranaense, pois, pelo contexto do jogo, o São Paulo foi muito mais perigoso, e dominou o jogo a maior parte do tempo. Mereceu a vitória, a despeito de ter jogado com TODOS os jogadores reservas, sendo alguns que faziam o primeiro jogo pelo time profissional.

Portanto, o empate no meio-estádio pode até ser um bom resultado, tendo em vista todas as adversidades (time reserva, retrospecto, hostilidade...). Mas pelo jogo, a vitória seria mais justa. Pena que não veio. Espero que venha na quarta-feira, quando o jogo realmente importa para o São Paulo.


Impressionante...

Como o time do meio-estádio ainda sente arder o rabo pela trolhada que levaram há quase 3 anos. Não é pra menos, em sua insignificancia, dificilmente terão chance como aquela. Muitos gritos de "fugiu do caldeirão", entre outras hostilidades já esperadas pelo São Paulo, toda vez que joga no Meio-estádio. Time pequeno é assim.

E o mais trsite é que se iludem quanto ao fato de o Sao Paulo ser um de seus maiores rivais. Mal sabem que eles não significam absolutamente nada para o clube paulista, se não um time que, quando vem jogar no Morumbi, significam 3 pontos na conta do São Paulo.


Bola Cheia
- Muricy. Pelo contexto, armou bem o time.
- Juninho e Aislan. Foram bem na zaga e o garoto foi expulso injustamente.
- Bruno e Wellington. Sentirama estréia, mas mostraram potencial. Principalmente o primeiro, que já era destaque nas bases.
- Rafael. Apesar de ser ruim de bola, deu mais opções de ataque no segundo tempo.
- Empate fora de casa, com time reserva, em local de retrospecto ruim e hostil.

Bola Murcha
- Éder Luis. Nem o gol salva atuação ridícula. Fora este lance, perdeu TODAS as jogadas. Que volte logo pro Galo, pois não tem lugar no São Paulo.
- CAP. Time pequeno, que pensa ser grande. Não vão esquecer a trolhada de 2005 nunca. Patéticos.
- Empate, quando merecíamos ter saído com a vitória.
- Arbitragem PÉSSIMA.


FICHA TÉCNICA

ATLÉTICO-PR 1 x 1 SÃO PAULO
Local: Arena da Baixada, em Curitiba (PR)
Data: 18 de maio de 2008, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Djalma José Beltrami Teixeira (Fifa-RJ)
Assistentes: Dibert Pedrosa Moisés (Fifa-RJ) e Ediney Guerreiro Mascarenhas (RJ)

Cartões amarelos: Léo Medeiros, Alan Bahia e Leandro Bambu (Altético-PR); Juninho e Rafael (São Paulo)
Cartão vermelho: Aislan (São Paulo)

Gols: Atlético-PR: Danilo, aos 13 minutos do primeiro tempo
São Paulo: Éder Luis, aos 34 minutos do segundo tempo

ATLÉTICO-PR: Vinícius; Alex Fraga, Danilo e Leandro Bambu; Nei, Alan Bahia, Valencia (Zé Antônio), Netinho e Leo Medeiros (Kaio); Pedro Oldoni (Rogerinho) e Marcelo Ramos
Técnico: Ney Franco

SÃO PAULO: Bosco; Bruno, Juninho e Aislan; Éder, Wellington (Rafael), Joilson, Júnior e Alex Cazumba; Éder Lúis (Sérgio Mota) e Borges
Técnico: Muricy Ramalho.


quinta-feira, 15 de maio de 2008

Brigadores 1 x 0 Peladeiros. E vamos que vamos!




O que se viu ontem, no Morumbi, pode ser resumido assim: um time brigador x um time peladeiro. E na Libertadores, os times com a primeira caracteristica costumam ser mais premiados que os segundos. Ontem não foi diferente. Com muita vontade e marcação forte, o São Paulo dominou o jogo, quase não deixou o Fluminense jogar, especialmente na primeira etapa, e venceu por 1 a 0, com relativa tranquilidade. Resultado, alias, que poderia ter sido muito melhor, não fossem os gols perdidos, mas o bom futebol apresentado já valeu a noite.

Adriano estava em noite inspirada e foi o nome do jogo. Muita briga, trombadas, passes e claro, o gol da vitória. Dagoberto ganhou o lugar de Borges e fez, de longe, sua melhor partida no ano e uma das melhores com a camisa do São Paulo. Boas jogadas, mas infelizmente perdeu dois gols (um no primeiro e outro no segundo tempo) que poderiam ter dado mais tranquilidade ao São Paulo.

No meio, a força de marcação fez com que Thiago Neves jogasse feito juvenil e Dodô fazendo mágica valdiviana. As poucas vezes que conseguiu usar sua técnica superior, o time do Fluminense não conseguiu ser tão perigoso. A sorte carioca mudou quando Thiago Neves (descontente...) deu lugar a Conca. Foi o alento do Flu, que chegou a preocupar a zaga do São Paulo, mas que foi contornada com boa atuação do sistema defensivo: Miranda e Alex Silva.

Por incrível que pareça, Hugo foi bem. Ajudou bastante a marcação e não foi a nulidade de sempre. Ricky deu muitos espaços na ponta direita do Flu, mas esteve em jornada razoável. Assim como os brigadores Zé Luís e Fábio Santos. Abaixo da média, apenas a participação ofensiva de Hernanes, embora tenha ido muito bem defensivamente.

O belo futebol do primeiro tempo - talvez o melhor apresentado em 2008 - deu lugar ao futebol burocrático e em banho-maria no segundo tempo. Claramente, o São Paulo não queria arriscar e o Flu manteve a postura peladeira de antes, mas com um pouco mais de espaço. Ainda sim, quem levou mais perigo foi o São Paulo, com sua dupla de ataque perdendo um gol cada um.

No mais, o resultado acabou sendo bom, apesar dos gols perdidos. Como eu esperava, não levamos gols, e agora um gol fora de casa pode complicar a vida do Fluminense. Mas nada está decidido ainda. E isso é Libertadores. Se tudo der certo semana que vem, dá mesmo pra acreditar que o São Paulo pode levar seu quarto título, com o pior time e pior futebol de todos os seus esquadrões que já triunfaram no torneio.


Puxa-saco!

Não sou tão inocente quanto nosso amigo Ramón, embora entenda que ele tenha acreditado no que viu por cornetagem pura. Era evidente que a Globo quis dar enfoque igualitário entre as torcidas. Ou acha que um duelo entre paulistas x cariocas, transmitido para as duas praças, seria tratado de forma parcial, como nos demais jogos dos times na Libertadores?

O fato de, pela televisão, os quase 4 mil torcedores do Flu terem "abafado" os outros 55 mil são-paulinos, em determinados momentos, se deve à cobertura da Globo. E digo isso com confirmação de quem esteve no estádio e ratificou, sem pestanejar, que poucas vezes se ouviu, efetivamente, a torcida carioca.

Mas nas câmeras e microfones, a história é outra. Compreensível, até. E não será diferente semana que vem, no Maracanã. Querem apostar?


Bola Cheia
- Adriano.
- Dagoberto.
- Primeiro tempo ótimo!
- Resultado bom.
- Libertadores.

Bola Murcha
- Thiago Neves e Dodô.
- Segundo tempo bem abaixo do primeiro.
- Gols perdidos que poderiam ter definido o confronto.


FICHA TÉCNICA

SÃO PAULO x FLUMINENSE
Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 14 de maio de 2008, quarta-feira
Horário: 21h50 (de Brasília)
Renda: R$ 1.716.276,00
Público: 61.599 pagantes (111 não pagantes)
Árbitro: Óscar Ruiz (Colômbia)
Assistentes: Humberto Clavijo e Rafael Rivas (ambos colombianos)
Cartões amarelos: Jancarlos (SP), Thiago Neves ( Flu), Dagoberto (SP), Roger (Flu) e Hernanes (SP).
Gols:
SÃO PAULO: Adriano, aos 18 minutos do primeiro tempo.

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Jancarlos, Alex Silva, Miranda e Richarlyson; Zé Luis, Hernanes, Fábio Santos e Hugo; Dagoberto (Aloísio) e Adriano.
Técnico: Muricy Ramalho.

FLUMINENSE: Fernando Henrique; Gabriel, Roger, Luiz Alberto e Júnior César; Ygor, Cícero, Arouca e Thiago Neves (Conca); Dodô e Washington.
Técnico: Renato Gaúcho.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Para registro.


Sobre o primeiro jogo das quartas da Libertadores, contra o Fluminense, logo mais no Morumbi, só espero uma única coisa: que o São Paulo não leve gols.

O resto, com perdão do português bem claro, foda-se. Qualquer coisa além disso será boa. Um golzinho fora, lá no Maracanã, e a pressão fica para o Flu.

No mais, espera-se casa cheia, com quase 60 mil pessoas. E o clima de Libertadores!

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Gafe do PVC!



Uma pequena gafe no blog do PVC. Esclando o time do SPFC, em análise dos times do Brasileirão 2008, colocou o palmeirense Marcos no lugar do Rogério Ceni na meta do Tricolor, com certeza por lapso.

Essas coisas que acontecem, especialmente por causa de seu sub-consciente porcolino. Nada que mude o preço do barril de petróleo ou o dólar.

É o que os ingleses chamariam de troca do Diabo pelo Santo. O Santo Padroeiro de Manchester e o Demônio de Liverpool...


E fomos...


Foi justo. Embora sofrível em muitos momentos. Bons momentos, outros ruins. No geral, Adriano fez a diferença quando precisou e Dagoberto sacramentou, já no final do segundo tempo. Deu tranquilidade pra o time tricolor que passou o segundo tempo com um jogador a mais e pouco aproveitou.

No frio do Morumbi, destaque positivo para Miranda, que não perdeu uma, dominou tudo lá a trás e Alex, que ganhou todas por cima. Destaque para Ricky. Sim, só por não ter sido ridículo como habitualmente, merece destaque. Foi sério e quase fez um golaço, chutando de fora. Adriano bastante acionado, teve bons lances e perdeu outros tantos. E Dagoberto, que entrou e deu muita movimentação, e foi premiado com um belo gol.

Por outro lado, Hernanes teve a ordem de armar e não foi bem. Seu lugar é jogando de segundo volante, onde é diferenciado. Borges ficou sumido o tempo todo e Eder Luis quase nada acertou. Hugo foi a mesma merda de sempre, mas desde o início e ainda perdendo um gol na cara...

Mas vamos que vamos, ganhar do Fluminense não é nada impossível. Com essa bolinha meia-boca, vamos chegando... até onde?


E vai rolar a festa...

Só esqueceram de combinar com o América! Toma, Flamengo. Despedida do "incrível" Joel Cachaça. Tudo era festa, jogador cheio de sorriso, etc. Técnico novo chegando e falando em Mundial, todo mundo dando como liquidado... tá aí! Bem feito! Quero ver a maior torcida do Brasil achar graça da musiquinha do Choro Livre, agora!


Bola Cheia
- Adriano. Decisivo.
- Dagoberto. Entrou muito bem.
- Miranda. Mandou no jogo.
- Alex Silva. Ganhou todas por cima.
- Classificação na vontade.
- Torcida. Encheu e deu show no gelado Morumbi.

Bola Murcha
- Hernanes. Sobrecarregado, não rendeu.
- Borges. Jogou?
- Eder Luis. Errou quase todas.
- Hugo. Bostão.
- Futebolzinho...