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terça-feira, 7 de outubro de 2008

A hora da verdade!

Cansei de repetir aqui neste blog que o São Paulo de 2008 é um time chato, burocrático, repleto de jogadores abaixo da crítica e principalmente mal treinado, mal planejado e mal administrado na temporada. Tanto que acompanhar os jogos do SPFC no Brasileiro tem sido tarefa árdua, até mesmo para torcedores mais assíduos e apaixonados - categoria na qual modestamente me incluo.

E a despeito de tudo isso, o São Paulo entra em campo pela 29ª rodada (restando, portanto, 10 jogos para o final do Campeonato Brasileiro) com chances de título, o terceiro consecutivo. Sim, porque se há uma única coisa que esse time tem, mesmo repleto de defeitos, é experiência de decidir, e o campeonato apresenta um nível tão baixo que isso pode fazer diferença. Os quatro pontos de diferença para os líderes podem ser facilmente diluídos nestes 30 que ainda faltam ser disputados. Bem verdade que, por outro lado, essa diferença pode aumentar.

Por isso tudo, após a vitória sobre o Cruzeiro no Morumbi, a hora de decisão no Brasileiro chegou para o São Paulo. Seriam 3 jogos que definiriam, sem dúvida, o destino da equipe no torneio: Ipatinga (fora), Náutico (em casa) e Palmeiras (fora). A vitória frente aos dois primeiros permitiria ao clube chegar no confronto direto no clássico pra consignar suas aspirações: briga efetivamente pelo título ou corre atrás da 6ª Libertadores seguida. A primeira etapa foi superada com a vitória contra os mineiros, mesmo sem jogar um grande futebol (tônica do SP, mesmo nos melhores momentos no ano e no BR´08).

Quinta-feira, o time encara o Náutico no Morumbi. Empate ou derrota selam antecipadamente o destino do clube no torneio. A vitória coloca o clássico como a grande decisão, ao menos para o Tricolor. A importância desta seqüencia justifica-se pela continuidade do campeonato. Considero a tabela favorável ao Tricolor, se comparada as dos rivais nesta briga. Rivais estes que, após a mesma 30ª rodada, a meu ver, também terão evidenciadas suas reais aspirações. Palmeiras, Gremio, São Paulo, Cruzeiro e Flamengo.

Portanto, a hora da verdade chegou. É melhor procurar esquecer que o time possui tantos defeitos e que, numa suposta conquista, será tranquilamente o time mais fraco a ter levado o torneio nacional. Esquecer em termos, pois é diante desta incontestável deficiência técnica e tática que o São Paulo tem que entender que não é o mesmo time de anos passados. Mas é um time que tem Rogério Ceni, Miranda e Hernanes, tranquilamente entre os melhores de suas posições jogando no Brasil.

A sorte do São Paulo (e precisaremos muito dela, de fato..) está lançada.

domingo, 24 de agosto de 2008

Hoje serei breve e focarei alguns destaques. O São Paulo até que não jogou mal contra o Coxa, fora de casa. Poderia ter até vencido, não fosse alguns momentos de desatenção, combinados com uma benevolência absurda da arbitragem em "deixar o jogo seguir" a qualquer preço, proporcionando dois gols aos paranaenses em jogadas irregulares. O empate em dois gols acabou desagradando pelas circunstâncias, porque o Tricolor poderia ter vencido.

Agora teremos o Santos em casa, mais uma vez na pressão de conseguir um resultado em casa, já que fora não conseguimos arrancar na tabela para, pelo menos, constar no G4(+). Pelo lado positivo, teremos o retorno dos olímpicos Alex Silva e Hernanes, além de Miranda.

Bola Cheia
- Jean. Vem se destacando e com o retorno de Hernanes, deveria formar a dulpa de volantes. Mas para isso, Muricy deverá sacar um de seus queridinhos, JW ou Ricky.
- Rodrigo. Deveria ter vindo no final de 2007 no lugar de Juninho. Seguro, firme e ainda bem no ataque. Grande partida.

Bola Murcha
- Jorge Wagner. Péssimo, não acerta simplesmente NADA. Só toca de lado, e não consegue criar nada e só joga com nome. Até quando?
- Anderson. Foi muito mal. Várias cagadas e foi entortado diversas vezes, além das pixotadas. Com a volta de Miranda e, quem sabe, Alex Silva, banco.
- Hugo. Mais um gol, mas mais uma partida ridícula, perdendo 99% dos lances que tenta. E assim vamos ter que continuar aguentando essa porcaria em campo.
- Joílson. Inofensivo e continua titular absoluto.
- Ricky Hypólito. Mais uma vez, só atrapalhou. Simples.

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Ctrl+c e ctrl+v




Síntese: 3 a 1 no freguês do meio-estádio e mais 3 pontos na tabela, que garante a briga pela vaga no G4(+). Tudo muito bom, não fosse o futebol feio, chato e ruim que estamos acostumados a ver so SPFC em 2008.

O sofrimento inicia-se antes mesmo do apito inicial: O que explicaria a escalação do Aloísio? E o jogo transcorre normalmente, como os são-paulinos já estão acostumados: tática extremamente confusa, dois laterais que não são laterais, inúmeras tentativas de passe para o pivô que não consegue ser pivô e muito mais do crtl+c e ctrl+v de 2008.

No segundo tempo, tudo segue sem surpresas: diante de um adversário fraquíssimo, o time consegue o empate com Hugo, o Riquelme Negro (mais uma vez ridículo no jogo) e acaba virando o jogo com Borges. Mais do mesmo e, no finalzinho, André Lima fez o terceiro. Mais uma vez sofremos com escolhas mal feitas pelo treinador, improvisações, e com um time que parece que quanto mais treina, pior e mais desentrosado fica.

Eu não levo muita fé, e venho dizendo isso mesmo quando o time mostrou uma pequena reação no campeonato. O baixo nível do campeonato ainda nos permite constar entre os aspirantes. Ainda falta muito, mas vamos levando...

Bola Cheia
- Vitória, Borges e André (pelos gols), e CAP pela freguesia muito consolidada.

Bola Murcha
- Hugo, Zé Luís, Jorge Wagner, Aloísio, Muricy, futebol qualquer nota...

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Aí sim...

Nessa semana, inicia-se a disputa da Copa Sul-Americana. Pela última vez, o último campeão brasileiro jogará o torneio. A partir da edição de 2009, o campeão brasileiro de 2008 disputará apenas a Libertadores da América. Assim, o São Paulo jogará a Copa, sendo a primeira fase ("doméstica") contra os rabardentes paranaenses do Atlético, que até hoje remoem a derrota na final da Libertadores em 2005. O jogo de ida será amanhã, terça-feira, na Arena da Baixada, em Curitiba.

O São Paulo, que sofreu com a Copa Sul-Americana em 2007, em meio a disputa pelo penta no Brasileiro, decidiu não repetir a dose do ano passado. Imposição da diretoria, a contra-gosto da comissão técnica (leia-se: Muricy), dos 25 jogadores inscritos, apenas Rogério Ceni faz parte dos titulares e "tituláveis" do elenco. O resto do elenco será formado somente por reservas de fato, além de muitos garotos, que não vem tido chance de jogar nos profissionais pelo "professor". Dizem as más línguas que essa imposição da diretoria foi uma forma de pressioná-lo a usar os garotos, e não segurá-los como sempre últimas opções.

Vale lembrar que a garotada, mesclada com alguns reservas, esteve em campo contra o próprio CAP, pela segunda rodada do Brasileiro e segurou a bronca. Um empate na Arena, sendo que o SP até mereceu ganhar, e jogou bem. Fato, alias, que pesa sobre Muricy e sua resist~encia com nos novatos. Depois temos que aguentá-lo dizer que "lançou" X, Y, e Z, sendo que sempre foi por causa de contra-tempos e última opção. Vide Hernanes, que mesmo jogando bem, sequer esteve na Libertadores em 2007 e, quando esteve, sequer entrou em campo. Precisou de intervenção (jamais assumida...) para que a coisa mudasse de figura.

Assim, fica o atrativo de ver um renovado São Paulo pela Sul-Americana, cujo time que entrará em campo quer mostrar ao treineiro que tem condição de jogar no time principal. Achei a medida acertada, especialmente porque ao São Paulo interessa o foco na briga pelo Brasileiro, ainda quenão seja na disputa pelo título, mas da vaga no torneio que realmente anima a torcida tricolor: Libertadores. Ainda mais que o São Paulo, verdadeiramente, mal tem time pra brigar por isso no torneio nacional...

Segue a relação de jogadores inscritos na Copa Sul-Americana pelo São Paulo, já com a numeração especial para o torneio:

1. Rogério Ceni (goleiro)
2. Juninho (zagueiro)
3. Aislan (zagueiro)
4. Alex (zagueiro)
5. Jean (volante)
6. Júnior (lateral-esquerdo)
7. Éric (atacante)
8. Wellington (meia)
9. Roni (atacante)
10. Sérgio Mota (meia)
11. Mazola (atacante)
12. Rafael (lateral-direito)
13. Anderson (zagueiro)
14. Leonardo (zagueiro)
15. Bruno (volante)
16. Alex Cazumba (lateral-esquerdo)
17. Diogo (lateral-esquerdo)
18. Vitor Júnior (meia)
19. Henrique (atacante)
20. Oscar (meia)
21. Éder (lateral-direito)
22. Bosco (goleiro)
23. Léo (meia)
24. Fabiano (goleiro)
25. Bruno Formigoni (volante)

sábado, 9 de agosto de 2008

4,75 e estamos aprovados!

Fim de primeiro turno e podemos fazer uma avaliação. Hoje, com a vitória suada por 2 a 1 contra o Goiás, o Tricolor garantiu lugar no G4(+) depois de metade do campeonato ultrapassado. Mas isso, além de não significar nada, pode ser absolutamente ilusório para os são-paulinos mais deslumbrados -- dentre os quais jamais me incluí.

A tônica do Sâo Paulo no Brasileiro (mais além, durante todo o ano de 2008...) é a de um time medíocre e desequilibrado, que parece constantemente improvisado e remendado, logo, desentrosado. Um time capaz de alternar ótimos momentos, como contra Vasco, Galo, Palmeiras, Vitória, com momentos bizarros, como contra Fluminense. Hoje, contra o time esmeraldino, mostramos nossa face atual: pouca criatividade, joagndo pelo mínimo e aprovados com a média mínima -- e por arredondamento.

Sobre o jogo: fizemos um gol rápido com Zé Luis, talvez na única jogada acertada de Jorge Wagner nas últimas 3 partidas. Nao demorou até que o juiz marcasse um penalti inexistente em Iarley e o Goiás empatou. Algumas boas jogadas perdidas e outros sustos. Aos 45, Rodrigo acertou um canudo de muito longe e desempatou. Na segunda etapa, um jogo sem muitas chances, mas o SP chegou a fazer o terceiro numa jogada pra lá de esquisita que o juiz, de forma bizarra (veja, falo da forma! o lance em si, é discutível...) anulou. Jogou água no chopp e o jogo seguiu até um abafa goiano no final, segurado pelo SP. O juiz mostrou critérios estranhos, as vezes rigoroso demais com o time da casa, talvez com vontade de mostrar nao ser "caseiro". Muitos amarelos rigorosos para o SP e outros ignorados para o Goias. Fora as faltas invertidas.

De qualquer forma, as poucas chances criadas (quase sempre perdidas...) se deram muito mais pelos talentos individuais, como Dagoberto, e por ruindade advserária. O São Paulo, mesmo, jogou pelo mínimo. Destaques apenas para André e Rodrigo, que formaram uma dupla segura, e Dagoberto, que continua em grande fase, fazedo boas jogadas e que, por "azar", teve o segundo gol (mal) anulado no Brasileiro. Por outro lado, todos no meio campo jogando uma bolinha mínima e Hugo Riquelme Negro, sempre ele, sendo o jogador mais pífio e medíocre em campo. Saiu vaiado pelo conjunto da obra, e não gostou. Azar dele, mas azar maior nosso, que aguentamos essa bosta que estava chutado feito cachorro sanrnento e foi promovido a titular absoluto.

Com o final do primeiro turno, estamos no G4, sim, mas jogando uma bolinha nota 4,75. Sorte a nossa que, por enquanto, o nível do campeonato é tão baixo que nos permite ganhar muitos jogos mesmo assim e ficar entre os primeiros. Não sei se levaremos esta situação até o final, mas não me supreendo se conseguirmos. Temos alguns talentos individuais que podem fazer a diferença, mas um time pra lá de mediano, e bastante mal treinado. Sem grandes aspirações, vamos para o segundo turno. Iniciando, diga-se de passagem, contra o líder absoluto Grêmio, jogando em Porto Alegre.


Alô, contador!

Como fica a conta de hoje, Ramón, que o juiz nos roubou e mesmo assim levamos os 3 pontos? Já que você anda craque na contabilidade dos pontos roubados, diz aí... fóóóóm!!


Bola Cheia
- André Dias e Rodrigo. Hoje foram bem e o primeiro está numa fase incrível!
- Dagoberto. Mais um gaol mal anulado que coroaria sua ótima fase. Jogou bem e fez ótimas jogadas. Vai se achando no São Paulo, como os tricolores esperam!
- Três pontos, apesar de tudo.
- G4, apesar de tudo.

Bola Murcha
- Hugo. Lixo. Campeão do BM.
- Time medíocre que joga pelo mínimo.
- Gols perdidos. (Zé Luis e Hugo, vão chutar côco!)
- Muricy. Se o time é nota 4,75, boa parte da culpa é dele.
- Juiz. Deu uma força incrível pro Goiás hoje, mas foi pouco... vagabundo!

FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 2 X 1 GOIÁS


Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 9 de agosto de 2008, sábado
Horário: 18h20 (de Brasília)
Árbitro: Francisco de Assis Almeida Filho (CE)
Assistentes: Erich Bandeira (Fifa-PE) e Manuel Márcio Bezerra Torres (CE)
Cartões amarelos: Jean, Joilson e Dagoberto ( São Paulo); Ramalho, Paulo Baier, Henrique e Rafael Marques (Goiás)
GOLS: SÃO PAULO: Zé Luis, aos 2, e Rodrigo, aos 46 minutos do primeiro tempo
GOIÁS: Iarley, aos 16 minutos do primeiro tempo

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Joilson, André Dias, Rodrigo e Richarlyson; Zé Luis, Jean, Hugo (Cazumba) e Jorge Wagner; Dagoberto (Éder Luis) e André Lima (Aloísio)
Técnico: Muricy Ramalho

GOIÁS: Harlei; João Paulo (Thiago Feltri), Henrique e Rafael Marques; Fábio Bahia, Ramalho, Fernando (Fahel), Paulo Baier e Júlio César (Rinaldo); Romerito e Iarley
Técnico: Hélio dos Anjos

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Bizarro!


Não há outro comentário pra descrever o que houve no Maracanã. PErdemos de um time que estava morto, destroçado. Não é possível. A vitória nos deixaria perto do Gremio na vice liderança. A derrota, por outro lado, nos deixou mal. Desse jeito, não chegaremos no G4(+) daqui 20 jogos.

O São Paulo mandou no jogo no primeiro tempo. Mas nenhum time teve chance real, a nao ser Eder Luis que perdeu uma boa chance. Muito pouco. O SP voltou determinado e, nos primeiros 10 minutos da segunda etapa, matou o Flu. Fez um gol com Hugo, o Riquelme Negro, e liquidou a parada. Mas o problema foi acreditar nisso faltando meia hora pra acabar. Numa burrada do grosso, péssimo Eder, o Flu empatou de penalti e logo depois virou numa jodaga bizarra, que Hugo, o Riquelme Negro, deu uma arrancada, mas contra o campo (???) e perdeu a bola deixando no mano.

O São Paulo de repende se perdeu completamente. Nao conseguia mais trocar dois passes. Jorge Wagner ridídulo, Eder péssimo, os coitados dos atacates nao viram a cor da bola. Nunca vi nada igual. Mas para coroar a bizarrice da noite, o lance do terceiro gol do Flu, o terceiro de Washington carrasco sao-paulino em 2008. Muricy, vendo a zona quase incrédulo, colaborou com alterações incoerentes e inócuas, pra não dizer, claro, bizarras.

Num jogo que o SP vinha até bem, chegou a abrir o placar e perdeu outras chances. Mas em meia hora, uma pane total, e perdemos para o time mais piada do campeonato. Assim, não chegaremos ao G4 mesmo...

Bola Cheia
- Ninguém.

Boola Murcha
- Todos, mas um especial para Jorge Wagner, Eder, Hugo Riquelme Negro e Muricy.
- Derrota pra essa merda de Flu, mais um reabilitado.

Perder faz parte, mas hoje deram relaxo. Isso depois de estar bem no jogo, sair na frente e afundar o rival. Inacreditável...

domingo, 3 de agosto de 2008

Enfim, no G4(+)

E pela primeira vez no campeonato, o São Paulo chegou ao G4(+). E em grande estilo: goleada de 4 a 0 pra cima do Vasco no Morumbi, com dois gols de Rogério Ceni e com outros dois do estreante André Lima. O Vasco, por sua vez, demonstrou ser um time de dar pena, que deixará seus torcedores aflitos no final do ano. Talvez o último legado de Eurico Miranda.

Quanto ao jogo, Muricy contou com as estréias de Rodrigo, na zaga, e de André Lima. Assim, Muricy ousou um 4-4-2, mas que no campo se traduziu num verdadeiro 4-3-3, com Éder Luis, Dagoberto e André Lima na frente. É bem verdade que a péssima partida do time vascaíno contribuiu para que o esquema se encaixasse bem, em que pese a função de Éder Luís, em tese, ser aquele que lhe causou desconforto e partidas irregulares no primeiro semestre. Na zaga, André e Rodrigo foram soberbos, quase não deram chances ao Vasco. O retorno de Rodrigo, agora camisa 44, foi digna daquele jogador que saiu em 2005, extremamente segura.

Mas o nome do jogo foi André Lima. Suas atuações nos jogos treino eram extremamente animadoras, como destaquei aqui no blog. Foram 10 gols em 3 jogos-treino. Mas treino é treino e jogo é jogo. Na estréia, a confirmação. Dois belos gols (apesar da posição irregular por poucos centímetros em aambos, coisa pra tira-teima). Chegou mostrando bom futebol e bom entrosamento com Dagoberto, outro destaque. O camisa 25 novamente fez boa partida, calando muitos críticos que questionaram seu futebol. Aos poucos, vai mostrando que valeu o empenho tricolor para traze-lo ano passado.

Rogério Ceni também ganhou destaque. Nesta tarde, teve quatro chances de gol, fez dois. Uma falta que passou perto e outra que acertou o travessão. Esta última, alias, oriunda de um lance faltoso dentro da área, por muito, mal assinalado pelo juiz e seu assistente. No segundo tempo, Uma bela cobrança de falta e um gol de penalti, para fechar o placar. Destaques ainda para as boas partidas de André Dias e Joílson, além do jovem Jean, substituto de Hernanes que, se não tem os talentos do camisa 15, vem mostrando ser um jogador de bom nível. Tende a crescer, com as chances do técnico.

O destaque negativo vai para Éder Robocop, que mesmo diante de um adversário fraco, conseguiu errar muito. Éder Luís também sofreu um pouco, já que vir buscar o jogo não é muito a sua, estava fora de posição. Aberto na ponta, no 4-3-3, rendeu mais, mas foi pouco efetivo hoje e ainda perdeu um gol na cara. E também destaque negativo para o Vasco, que se mostrou um time limitado e destroçado, numa péssima fase e cheio de conturbações. A continuar desta forma, brigará para não estar no G4(-) em dezembro. Cornetagens a parte os erros nos gols do SPFC, foi um passeio e 4 a 0 ficou barato.

Com a vitória, o Tricolor chegou pela primeira vez no G4(+) no Brasileiro de 2008. Não fosse os pontos bobos perdidos no primeiro turno, poderia estar em melhor situação, mas o baixo nível do torneio permite que aida estejamos na briga e com reais chances. Ainda mais depois das animadoras estréias dos recém contratados, que deu uma significativa qualidade ao time. Na quarta-feira, sem Dagoberto que levou o terceiro amarelo, pegaremos o brincalhão Fluminense no Maracanã. Jogo para afundar o rival e mostrar que a briga contra o Tricolor Gaúcho está se consolidando. O futebol jogado realmente foi melhor que nos últimos jogos, mas é bom frisar que o adversário facilitou as coisas. Nem sempre teremos vida tão fácil assim...

Cavalo Paraguaio?

Botafogo 2007 = Flamengo 2008. Alguém duvida? E se arrependimento matasse, Caio Junior estaria duro e frio numa hora dessas. Deixou os milhoes das arábias pra ficar na Gávea. Cada um com seu choro livre... e esse é dos bons!

Bola Cheia
- André Lima. Ótima estréia e faro de gol.
- Rogério Ceni. Gol de falta finalmente saiu.
- Dagoberto. Grande fase, mais um bom jogo. Parece ter se achado com André Lima. Fará falta na quarta feira contra o Fluminense.
- Rodrigo e André Dias. Ótima partida.
- Jean. Jovem com boa técnica, foi bem hoje.
- Muricy. Apesar da facilidade dada pelo adversário, mandou o time no 4-3-3 e saiu-se muito bem. Matou o jogo.

Bola Murcha
- Éder Robocop. Ruim demais. Nem na moleza de hoje conseguiu mostrar algo útil.
- Tiago. Aspirante a goleiro artilheiro, mas é um genérico. Aprendeu mais um pouco hoje com o original e único goleiro-artilheiro. Vai buscar, mais uma vez.
- Vasco. Time fraco e sem vergonha. Rebaixamento a vista.

FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 4 X 0 VASCO DA GAMA


Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 3 de agosto de 2008, domingo
Horário: 16 horas (horário de Brasília)
Árbitro: Sérgio da Silva Carvalho (DF)
Assistentes: Renato Vieira e Ênio de Carvalho (ambos do DF)
Cartões amarelos: Éder, Dagoberto e Richarlyson (São Paulo); Victor, Eduardo Luis e Leandro Amaral (Vasco)
Cartão vermelho: Jorge Luis (Vasco)
Público: 16.980
Renda: 346.695,00
GOLS: SÃO PAULO: André Lima, aos 21 e aos 40 minutos do primeiro tempo. Rogério Ceni, aos 24 e aos 43 minutos do segundo tempo

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Éder, André Dias, Rodrigo e Richarlyson (Cazumba); Jean, Joilson, Jorge Wagner e Éder Luis; Dagoberto (Júnior) e André Lima (Aloísio)
Técnico: Muricy Ramalho

VASCO: Tiago, Eduardo Luis, Jorge Luis e Victor (Anderson); Wagner Diniz, Souza (Rodrigo Antônio), Marquinho, Morais e Edu Pina; Madson (Alan Kardec) e Leandro Amaral
Técnico: Antônio Lopes

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Vágner Love... e então?

E aí, como fica? Se na imprensa esportiva todos falam, desfalam, refalam e fica por isso mesmo, ou colocam a culpa das fontes, ou que a "história mudou", aqui no Corneteiros não é assim. Eu não tenho memória curta.

To cobrando do Diego palmeirista esse post aqui:

Clique aqui, ó!

"Vagner Love tá fechado com o Palmeiras". Já passou uma semana e nada tava fechado e provavelmente nem será. E se for, não adianta dizer que "já sabia".

Aqui a gente corneta um monte, fala e ouve bobagem, mas não faz esse joguinho de diz-que-diz-que-vai-e-não-vai que outros blogs fazem por aí, numa briga pra saber quem dá o furo primeiro, com perdão do trocadilho.

De duas uma: ou era conversa furada pra boi dormir em dia de jogo (e o Diego dormiu), ou não passou de uma baita mentira deslavada (não do Diego, que provavelmente caiu na conversa, mas de sua "fonte"). Vai acreditar nessa denovo, na próxima vez?

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Foi quase...

E o São Paulo deixou de conquistar dois pontos em Florianópolis. Embora sem apresentar um ótimo futebol, foi bem melhor que o Figueira e acabou castigado pelo futebol. Se há algumas rodadas nos demos bem contra o Bostafogo, sem merecer, hoje sofremos pelo inverso: merecíamos a vítória, mas acabamos com empate. Dos males o menor, já que o empate fora de casa ainda mantém o São Paulo no bolo dos aspirantes ao G4(+).

O jogo em si, foi tricolor. Mas logo no início, numa falha de mercação de JW que jogava de lateral-esquerdo, o jogador do Figueira foi à linha de fundo e cruzou para Tadeu (ex-SPFC), sozinho, abrir o placar. Logo o São Paulo se jogou para o ataque e criou muitas chances. Dagoberto teve duas, muito bem salvas pela zaga adverária (em cima da linha), exatamente como Aloísio perdeu um gol incrível, depois de uma boa bicicleta (?!) de Hugo. O gol parecia questão de tempo.

No segundo tempo, Muricy sacou Éder e colocou Éder Luis. Mas o mineirinho não repetiu as boas atuações dos ultimos jogos, especialmente por jogar diferente daquelas oportunidades. Muricy manteve Aloísio em campo, que estava em péssima jornada, tal como Joílson. Por outro lado, Dagoberto estava numa noite extremamente feliz. Ainda carimbou o travessão, numa linda jogada de cobertura. Tudo caminhava para uma frustrante derrota, quando Hugo acertou um tirambaço do meio da rua e empatou. Quase conseguimos a vitória já no final.

Destaques positivos para Dagoberto e Hugo. O primeiro, muito questionado, vem dando lampejos do jogador da época de CAP. Vem numa subida de produção muito grande e merece a vaga de titular no time, perdida há algum tempo. Hugo também foi bem, embora seja, por natureza, um jogadorzinho sem vergonha e vagabundo. É mais do que evidente que o São Paulo precisa de um meia pra ser titular. Mas em alguns jogos, o "Zidane negro" tem tido bons momentos e ontem foi um deles. Belo gol, algumas boas jogadas, mas a mesma limitação de sempre. Por outro lado, Aloísio não tem mais condições. Gosto bastante do Chulapa, foi importantíssimo nas últimas 3 conquistas do clube, mas seu tempo já passou. Não repete há tempos seu bom desempenho que requer muita força física, coisa que há tempos não consegue manter. Joílson foi outro que mandou mal, assim como Éder, perdido. Mal também foi Muricy, que manteve suas incoerencias e mexeu mal no time. Mas desta vez, não contou com a sorte como contra a Lusa, para azar de seus ferrenhos defensores.

De forma geral, o empate fora de casa não foi ruim, em termos de campeonato, mas ficou claro gosto amargo. Jogamos melhor, criamos boas chances e não vencemos. Agora pegaremos o decadente Vasco em casa, precisando vencer pra continuar no grupo aspirante ao G4(+). Isso a despeito da bagunça tática e improvisações que estamos cansados de ver ultimamente nos jogos do São Paulo.

Bola Cheia
- Dagoberto. Tá jogando muito!
- Hugo. Belo gol e boa partipação.
- André Lima. Vem MUITO bem nos treinos e com fome de gol. Pode ser peça fundamental para acertar o ataque enquanto ficamos sem Borges.

Bola Murcha
- Aloísio. Uma das piores partidas com a camisa do SPFC e ficou em campo até o final.
- Jorge Wagner. Jogador meia boca de sempre, em 2008.
- Joílson. Foi mal. É limitado, mesmo.
- Gols perdidos. Poderiamos ter vencido.
- Muricy Ramalho. Escalou mal o time e mexeu mal durante a partida. Não é perseguição, mas fico incrédulo como muita gente na imprensa (que com certeza não vê todos os jogos como eu, apenas os melhores momentos...) não consegue questionar suas incoerências, que são MUITAS. Vai ver é medo de levar uma resposta invertida, habitual do "humilde" treinador.

FICHA TÉCNICA
FIGUEIRENSE 1 X 1 SÃO PAULO


Local: Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis (SC)
Data: 30 de julho de 2008, quarta-feira
Horário: 21h50 (horário de Brasília)
Árbitro: Evandro Rogério Roman (Fifa-PR)
Auxiliares: Roberto Braatz (Fifa-PR) e José Amilton Pontarolo (PR)
Cartões amarelos: Magal, Wilson, Bruno Aguiar e Marquinhos (FIG); Hugo, André Dias e Zé Luis (SPO)
Gols: FIGUEIRENSE: Tadeu, aos sete minutos do primeiro tempo. SÃO PAULO: Hugo, aos 34 minutos do segundo tempo.

FIGUEIRENSE: Wilson; Anderson Luis, Bruno Aguiar, Bruno Perone e William Matheus; Magal, Jackson, Marquinhos e Cleiton Xavier (Leandro Carvalho); Rafael Coelho (Edu Sales) e Tadeu
Técnico: Paulo César Gusmão

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Éder (Éder Luis), André Dias, Aislan e Richarlyson; Joilson, Zé Luis, Hugo e Jorge Wagner; Aloísio e Dagoberto
Técnico: Muricy Ramalho

domingo, 27 de julho de 2008

Tragédia anunciada...

Mas desta vez com final feliz. Essa foi a história do jogo entre São Paulo e Portuguesa no Morumbi. Mesmo com um futebol fraco, exatamente como esperado, o Tricolor venceu por 3 a 1, de virada, e encostou novamente no bloco dos líderes, com uma rodada de resultados extremamente favoráveis.

Muricy resolveu mexer no time depois do pífio futebol apresentado contra o Internacional. Escalou o time num 4-4-2 moderno. Sacou Juninho e promoveu a entrada de Aislan (ex-companheiro de Breno nas bases) e Jean, volante da safra de Hernanes que retornou ao Morumbi. Barrou ainda Eder Luiz e bancou o retorno do sangue bom Aloísio, que fez dupla com Dagoberto no ataque.

Mas, como milagres não acontecem todos os dias, o futebolzinho foi o mesmo de sempre. Um primeiro tempo de dar sono, com poucas chances de gol, embora dominasse o jogo o time Tricolor. A tragédia, realmente, foi anunciada.

E ficou tragicômica no início do segundo tempo, quando a Lusa abriu o placar numa falha de marcação tricolor. Embora nao estivesse mal no jogo, Jean saiu para entrada de Éder Luiz, numa dessas treslouquices de Muricy. Haviam outras tantas opções melhores para alterar o panorama do jogo. Mas os tais deuses dos estádos quiseram olharam por nós: o SP partiu pra cima, e foi criando chances até que empatou, com Hugo, e virou com Dagoberto. A Lusa ainda teve chances, mas não era dia. Já no final, Éder Luiz fechou o placar e garantiu os 3 pontos.

Destaque positivo para bons minutos de futebol de Hugo e Dagoberto, na segunda etapa. Mas sensível, porque não foi para tanto. O camisa 25 vem recuperando a confiança e fazendo gols e, sobretudo, atuando muito bem nos ultimos jogos, a despeito das críticas (merecidas) e desconfianças (injustificadas). Mas, de forma geral, continuamos num "bumba-meu-boi" danado, muito incoerente e totalmente inconsistente.

Mesmo apresentando um futebolzinho qualquer nota, o São Paulo ganhou e, pior, com dedo torto de Muricy. Pelo menos vamos levando, na base da sorte e da ruindade adversária. O futebol apresentado, porém, nem de longe agrada. O sinal dos tempos é que, quano Hugo resolve, significa que há algo muito errado acontecendo. Ainda bem que disputamos o Brasileiro.

Vida de gado...

Depois cobram presença de torcida no estádio. Determinação da PM proibiu venda de ingresso após as 14h. O resultado da tramóia ja era imaginado, só os gênios não sabiam. Isso sem contar as pessoas que ficaram 2 horas na fila para conseguir o bilhete para a partida. Pouquíssimos guichês. Meia entrada = lenda. E falamos de um jogo de pouco mais de 12 mil pessoas. Caos. Infelizmente, torcedor no Morumbi é tratado feito gado e tem uns que acham lindo. Verdadeiros bobos alegres...

Por outro lado...

Torcida é realmente tudo igual, só muda a cor que veste. Defendo esta tese faz tempo. Não existe nada que diferencia os tais fiéis dos fanáticos, dos jovens e qualquer porcaria que seja. A torcida do Galo, uma das mais fanáticas do Brasil, reconhecidamente, colocou apenas 6 mil no Mineirão hoje. Depois dizem que tem umas que só vão na boa...

Bola Cheia
- Dagoberto. Tem jogado bem e feito gols. Hoje foi assim, mais uma vez.
- Hugo. Pelo segundo tempo, e gol, apesar dos vacilos de sempre.
- Eder Luiz. Entrou bem no jogo.
- Sorte. Precisamos muito dela com essa bolinha.
- Arbitro. Ja tinha ouvido falar do tal Vuaden. Deixa o jogo seguir e nao marca qualquer encostadinha. Muito bom, o jogo segue bem. Gostei. Espero que continue bem nos proximos jogos.


Bola Murcha
- Jorge Wagner. Apesar de algumas assistencias, faz tempo que joga com nome.
- Joílson. Esta voltando a ser aquele Joílson.
- Aislan. Fraco. Simples.
- Futebolzinho chato e ruim. As vezes ganha, mas é medíocre.


FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 3 X 1 PORTUGUESA


Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 27 de julho de 2008, domingo
Horário: 18h20 (horário de Brasília)
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (RS)
Assistentes: Vicente Romado Neto (SP) e Rafael Ferreira da Silva (SP)
Cartões amarelos: Aislan (SPO); Edno (POR)
Gols: SÃO PAULO: Hugo, aos 17, Dagoberto, aos 25, e Éder Luis, aos 39 minutos do segundo tempo. PORTUGUESA: Edno, aos três minutos do segundo tempo.

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Joilson, André Dias, Aislan e Richarlyson; Zé Luis, Hugo, Jean (Éder Luis) e Jorge Wagner; Aloísio (Éder) e Dagoberto (Cazumba)
Técnico: Muricy Ramalho

PORTUGUESA: Sérgio; Patrício, Bruno Rodrigo, Ediglê e Erick; Dias, Carlos Alberto, Preto (Vaguinho) e Edno; Rogério e Jonas
Técnico: Valdir Espinosa

quinta-feira, 24 de julho de 2008

De volta para o futuro...

Contra o Botafogo, havia o anúncio que o verdadeiro futebol são-paulino, versão 2008, estava de volta. Contra o bom time do Inter, fora de casa, não deu outra: futebol pífio, que o torcedor tricolor teve que se acostumar este ano. Facilmente dominado pela boa e forte marcação do time gaúcho, o São Paulo não criou quase nada, e ainda se viu numa bagunça tática absurda, com muitas improvisações. A derrota para os gaúchos foi só questão de tempo a ser decretada.

Bem verdade que o São Paulo chegou a abrir o placar, com um gol mal anulado. Mas até aí, o choro é livre. Melhor sorte tivemos semana passada, quando o Vitória abriu o placar no Barradão, com gol mal anulado. O jogo seria outro, sim, como teria sido naquela oportunidade. A verdade é que o time foi mal, e o treineiro insiste nas suas loucuras e incoerencias. Some-se a isso a total falta de planejamento na elaboração do elenco, que ressente de reforços em muitos setores.

Por fim, destque-se os gols do carrasco Nilmar. Este tem estrela contra o SPFC. Mesmo quando jogava na imundice, quase sempre derrotado, deixava seu golzinho. Num passado recente, ao lado de Deivid, deve ser o jogador que mais anota gols contra nós.

Era um jogo que a derrota não é absurda. Mas o futebol nojento, sem dúvida, desanima qualquer torcedor. Sábado temos a Portuguesa em casa. Mais do mesmo futebolzinho sem vergonha à vista? É o que tudo indica. Espero só que seja suficiente para, ao menos, nos dar uma vaga na Libertadores em 2009.

Bola Cheia
- Rogério. Evitou uma goleada. Fez umas 2 defesas espetaculares. Sem culpa nos gols.

Bola Murcha
- A volta do futebol pífio.
- Muricy Ramalho. Culpado # 1.
- Juninho. Em meio a péssima jornada, esse conseguiu se superar. Jogadorzinho medíocre.
- Jancarlos. Um dos piores laterais que já vi.
- Hugo. O velho e conhecido vagabundo de sempre.
- Mês de agosto, que não chega logo, e com ele André Lima, Anderson e Rodrigo, pelo menos.


FICHA TÉCNICA
INTERNACIONAL-RS 2 X 0 SÃO PAULO


Local: Estádio do Beira-Rio, em Porto Alegre (RS)
Data: 22 de julho de 2008, quarta-feira
Horário: 21h50 (horário de Brasília)
Árbitro: Heber Roberto Lopes (Fifa-PR)
Assistentes: Gilson Bento Coutinho (PR) e Ivan Carlos Bohn (PR)
Cartões amarelos: Ramon, Guiñazu, Ângelo e Índio (INT); Joilson (SPO)
Gols: INTER: Nilmar, aos 35 minutos do primeiro tempo e aos 17 minutos do segundo tempo

INTERNACIONAL: Clemer; Ricardo Lopes (Ângelo), Índio, Danny Morais e Ramon; Edinho, Guiñazu, Andrezinho e Taison (Walter); Alex e Nilmar
Técnico: Tite

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Jancarlos (Jean), Juninho, André Dias e Richarlyson; Joilson, Zé Luis, Hugo (Sérgio Mota) e Jorge Wagner; Éder Luis (Aloísio) e Dagoberto
Técnico: Muricy Ramalho

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Futebol não é justo...

Se há uma coisa que o futebol não tem, definitivamente, é justiça. Exemplo disso foi a vitória do São Paulo ontem contra o Botafogo, no Morumbi. O time não foi bem, de forma geral, sentiu os desfalques e pelo futebol apresentado, saiu imensamente no lucro com os 3 pontos e chegada nos líderes, embora ainda esteja fora do G4.

Sobre o jogo, em breves linhas, o SPFC começou melhor, até carimbou a trave, mas logo passou a ser dominado pelo time carioca. Num raro lance de lucidez, Jorge Wagner achou o nervoso Cazumba que sofreu o primeiro penalti do São Paulo no campeonato. Rogério cobrou com maestria e abriu o placar. Mas o time estava dominado e tentou levar o jogo morno. No primeiro tempo, até conseguiu.

Na segunda etapa, o Botafogo mandou e desmandou. Perdeu inúmeras chances, enquanto o são Paulo estava perdido em campo. Num lance de azar, Rogério foi pego em um desvio em Alex Silva, após chute do ex-tricolor Carlos Alberto. E mais chances foram perdidas. Mas como dizem, tem coisas que só acontecem com o Botafogo. E no único ataque lúcido do São paulo no segundo tempo, já aos 44 minutos, Aloísio fez o pivô, rolou pra JW que colocou na cabeça de Dago, decretando a injusta vitória tricolina.

A verdade é que o São Paulo sentiu as ausências de Joílson e Ricky, que se não são craques (muito pelo contrário...), foram muito importantes na ascensão recente do time, vista nos últimos jogos. A marcação sem eles ontem não funcionou, e o Botafogo deitou e rolou. Poderia ter vencido, especialmente pelo que fez no segundo tempo. Mas os gols perdidos custaram caro.

Futebol tem dessas coisas. As vezes, merecemos ganhar e nos frustramos com empates e derrotas. Outras, não merecemos e levamos os 3 pontos. A verdade é que essa "sorte" faz parte do clube que quer chegar. O São Paulo quer, mas vai ter que melhorar muita coisa pra conseguir. A começar pela bagunça tática promovida pelo treineiro, e pela inexplicável lacuna que o elenco montado apresenta. Fatores preponderantes que se não forem resolvidos logo, outras vitórias como esta não acontecerão. Aí será tarde pra lamentar. Agora é buscar um empate contra o bom time do Inter, fora de casa. E vamos levando...


Por fim, os melhores momentos do jogo, pelo GloboEsporte.com, refletem o que foi a partida de verdade...



Bola Cheia
- Vitória e sorte.
- Coisas que só acontecem com o Botafogo.
- Hernanes. Não pelo jogo (que nem foi tão mal individualmente), mas pela despedida do melhor jogador do time.

Bola Murcha
- Futebol ruim.
- Numa jornada tão ruim, é até complicado citar individualmente as atuações abaixo da crítica. Mas menção honrosa para Eder "Robocop"


FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 2 x 1 BOTAFOGO


Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 20 de julho de 2008, domingo
Horário: 18h10 (de Brasília)
Árbitro: Leandro Vuaden (RS)
Assistentes: Carlos Berkenbrock (SC) e Claudemir Maffessoni (SC)
Cartões amarelos: André Dias (São Paulo); Castillo (Botafogo)
Público: 17.598 pagantes
Renda: R$ 333.510,00
GOLS: SÃO PAULO: Rogério Ceni, aos 34 minutos do primeiro tempo. Dagoberto, aos 43 minutos do segundo tempo
BOTAFOGO: Carlos Alberto, aos 33 minutos do segundo tempo

SÃO PAULO: Rogério Ceni, Éder, André Dias, Alex Silva e Cazumba (Juninho); Zé Luis, Hernanes, Hugo e Jorge Wagner; Dagoberto (Jean) e Éder Luis (Aloísio)
Técnico: Muricy Ramalho

BOTAFOGO: Castillo; Thiaguinho, Renato Silva, André Luis e Triguinho; Túlio (Carlos Alberto), Diguinho, Lucio Flavio (Gil) e Zé Carlos (Lucas Silva); Jorge Henrique e Wellington Paulista
Técnico: Ney Franco

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Um passo importante...





Ontem a noite, o São Paulo deu um importante passo no campeonato Brasileiro. Se sua posição na tabela pouco mudou, a inesperada vitória fora de casa frente ao Vitória deu ao Tricolor indícios de que deve, ao que tudo indica, aspirar por algo maior no torneio nacional. Continuo achando que o tri é algo complicado, mas cada vez menos distante.

Quanto ao jogo, o São Paulo entrou muito desfalcado, sem Borges, Aloísio, Miranda e André. Muricy optou por abandonar o 3-5-2 e escalar o time na famosa duas linhas de 4, utilizada pelo Boca Juniors e pela Itália, na Copa 06. Um esquema interessante, mas que requer precisão para não virar um desastre. À frente, Dago e Éder formaram a dupla leve pela primeira vez, a contragosto do técnico, e foram importantes no resultado.

É bem verdade que a pressão do clube baiano no início gerou um gol mal anulado que poderia ter mudado o rumo da partida, obrigando o São Paulo a se abrir mais para buscar o resultado. Mas aos poucos o SPFC se impôs, dominou sobretudo o meio-campo e logo abriu o marcador, com Hugo aparecendo livre na área.

No segundo tempo, o tri-mundial se postou compacto no meio e partiu nos contra-ataques. Em duas jogadas individuais, exatamente como se esperava destes jogadores, primeiro Dagoberto fez o segundo e Éder o terceiro, numa bela arrancada. Um verdadeiro golaço. Bom ver que aos poucos Dagoberto volta a apresentar um futebol descente, mas ainda abaixo do que se espera dele, a grande contratação do clube em 2007. É claro, porém, que uma sequencia de jogos ajudaria, como de fato acontece. Em dupla com Éder, ambos foram bem, mostrando ao técnico que o elenco tem vaiáveis importantes, sem a necessidade do chamado homem-de-área.

Defensivamente, o São Paulo até que foi bem, mesmo com as ausências de Miranda e André, mas Rogério foi responsável por ótimas defesas, tendo sido castigado nos acrescimos com um gol esquisito, depois de uma boa defesa. Mas nada que preocupasse a noite tricolor, para o melhor público no Barradão depois de muito tempo pelo Vitória, de volta à elite nacional.

De toda forma, o São Paulo foi bem, mesmo diante de muitos desfalques e em um esquema interessante, porém exigente de rigor tático. Venceu fora de casa um dos adversários que vinham no topo e, se a posição na tabela ainda não é das melhores, o time dá sinais que tem fôlego para brigar por algo mais digno. E a boa fase deve ser colocada em prova contra o ascendente Botafogo, no Morumbi, com o Tricolor repleto de desfalques novamente.

Aqui é Corinthians???!!!

Pois é assim que o São Paulo tem sido tratado ultimamente. Com o clube querido da Globo na segunda divisão, o São Paulo virou o principal foco de audiência paulista na série A. Praticamente todos os jogos fora de~casa tem passado na emissora e este foi o terceiro jogo em sete dias. Que diferença... rs.

Lembrete!

Colegas cornetas, não se esqueçam de utilizar do nosso banner de identificação no topo da mensagem. Parece bobagem, mas é bacana pra mostrar quem está cornetando...


Bola Cheia
- Dagoberto e Éder Luiz
- Esquema e coletividade
- Rogério Ceni. ótimas defesas.
- Vitória fora de casa

Bola Murcha
- Desfalques em série
- Pouca chance aos garotos da base




FICHA TÉCNICA
VITÓRIA 1 X 3 SÃO PAULO


Local: Estádio Barradão, em Salvador (BA)
Data: 16 de julho de 2008, quarta-feira
Horário: 21h45 (de Brasília)
Árbitro: Sérgio da Silva Carvalho (DF)
Assistentes: Marrubson Melo Freitas (DF) e Pedro Jorge Santos de Araújo (AL)
Cartões amarelos: Daniel, Thiago Gomes e Anderson Martins (Vitória). Dagoberto, Joílson, Richarlyson e Zé Luis (São Paulo)
GOLS: VITÓRIA: Dinei, aos 45 minutos do segundo tempo
SÃO PAULO: Hugo, aos 12 minutos do primeiro tempo. Dagoberto, aos 28, e Éder Luis, aos 35 minutos do segundo tempo

VITÓRIA: Viáfara; Marco Aurélio, Thiago Gomes, Anderson Martins e Daniel; Vanderson, Marco Antônio (Jackson), Williams (Rodrigão) e Ramon (Ricardinho); Dinei e Marquinhos
Técnico: Vágner Mancini

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Alex Silva, Juninho e Zé Luis; Joílson (Jancarlos), Richarlyson, Hernanes, Hugo e Jorge Wagner; Dagoberto (Júnior) e Éder Luis (Pablo)
Técnico: Muricy Ramalho

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Não será desta vez...

Prezados amigos corneteiros. No próximo sábado, o São Paulo enfrentará o Sport, campeão da Copa do Brasil, no Morumbi, às 18h20. Certamente, o jogo não será transmitido, a não ser pelo PPV. Assim, tal como na últimas 4 rodadas do campeonato nacional, não consiguirei fazer o review do jogo por aqui, tal como tem acontecido nas últimas semanas, por razões diversas.

Apenas para constar, baixei na Internet os ultimos dois jogos do SPFC contra o Galo e Flamengo. Tinha visto apenas os gols, e lido alguns comentários. Ontem, assisti ao jogo da última rodada, enquanto esperava o jogo da seleção começar. Dá pra dizer que, em muitos momentos, o Tricolor jogou bem, o que dá um ânimo para o torcedor que viu seu time sofrível na maioria das oportunidades em 2008.

No mais, acho que ficarei devendo uma análise do próximo jogo também. Vamos ver... Espero que a correria aqui também dê uma trégua para porder passar mais por aqui e cornetar, como de costume.

Sensacional!!!



Essa camisa do SPFC, lançada no início de 2008 e repetida no lançamento da nova linha retrô, é realmente muito bonita! Pena que não possa ser utilizada em jogos por questões estatutárias do clube. Seria uma bela jogada de mkt, que teve que se virar para lançar o produto como apenas "camisa do torcedor". Ver o SPFC em campo, assim, só na imaginação. É uma pena... Mas logo, vou agregar esta aí para minha singela coleção, também.

A propósito, qualquer hora farei um especial, na base do combo (aqui no CFC e no Camisas de Futebola), sobre minhas camisas tricolinas! Aguardem!

terça-feira, 17 de junho de 2008

Não seja burro, Ramón... aprenda!

Um comentário ao post-corneta anterior do amigo Ramón: boa piada, embora previsível. Mas... se vai cornetar, corneta direito, burro!!! Nem vou comentar que no lançamento que voce citou ontem, faltaram outras fotos, né? Mas tudo bem...

Adriane Galisteu? Sabrina Sato?

Ok, então... Ellen Roche, Solange Frasão e Karina Bacchi:












quarta-feira, 21 de maio de 2008

Castigo incrível!

A eliminação, em si não é decepcionante. Fomos muito mais longe que merecíamos. Fizemos uma primeira fase sofrível, passamos pelo Nacional pelo mínimo. Ficar nas quartas, pela primeira vez, é justo por tudo que o São Paulo fez até agora em 2008.

O que dói é ser eliminado desta forma, no último minuto. Coisas do futebol.

Agora, na terminologia do Mano Menezes (e que certamente vou adotar...), somos mais um peru de fora. Peru que morre de véspera, diga-se de passagem.

Com mais calma, os detalhes do jogo vem depois. Só uma coisa que já dá pra antecipar: Aloísio é nota 10. Melhor em campo pelo São Paulo.

domingo, 18 de maio de 2008

Bom empate, mas merecia a vitória...




Bosco; Bruno, Aislan e Juninho; Éder, Wellington (depois Rafael), Joílson, Júnior e Alex Cazumba; Éder Luís (depois Sérgio Mota) e Borges. Este foi o time que Muricy colocou em campo contra o já conhecido Atlético do Paraná, em seu meio-estádio. Além do retrospecto desfavorável jogando por lá, pesava a estréia de MUITOS garotos. Tudo pra ser um jogo pra ser esquecido.

E assim começou. Com pressão, o CAP logo fez o primeiro, em jogada de falha de marcação e de saída de Bosco. Que, alias, seria a primeira e única do time tricolor. Aos poucos os jovens Wellington e Bruno tomaram conta do meio-campo e as chances de ataque começaram a aparecer. O São Paulo ja foi para o intervalo muito mais perto de alcançar o empate que do o CAP apliar o placar em seu favor.

E ao iniciar o segundo tempo, realmente passou a ser questão de tempo. Com a entrada de Rafael (e com três laterais direitos em campo, rs...), o São Paulo ganhou muita força ofensiva e chegou a meter duas bolas na trave. Até que numa boa jogada (que até no time titular estava complicada de ser ver, ultimamente...) Éder Luis fez o gol de empate. Gol, alias, que nem de longe livra sua cara, como o pior em campo pelo São Paulo. Júnior, como único jogadore realmente experiente em campo pelo Tricolor, teve o papel de articulador e, apesar do peso da idade e do fisico, não foi mal.

A zaga esteve muito bem, com destaque para Juninho e Aislan. Este, por outro lado, foi injustamente expulso em lance que, se muito, foi falta. O próprio bandeira, marcou apenas lateral no lance. Alias, o juiz e seus assistentes estiverem em jornada terrível. A meu ver, e falando bem francamente e sem cornetagens, prejudicou muito mais ao time visitante que o time do meio-estádio. O lance do penalti marcado e invalidado pode até ser discutível, mas o impedimento assinalado não houve, e por quase 1,5 metros.

Enfim, acabou saindo barato para o time paranaense, pois, pelo contexto do jogo, o São Paulo foi muito mais perigoso, e dominou o jogo a maior parte do tempo. Mereceu a vitória, a despeito de ter jogado com TODOS os jogadores reservas, sendo alguns que faziam o primeiro jogo pelo time profissional.

Portanto, o empate no meio-estádio pode até ser um bom resultado, tendo em vista todas as adversidades (time reserva, retrospecto, hostilidade...). Mas pelo jogo, a vitória seria mais justa. Pena que não veio. Espero que venha na quarta-feira, quando o jogo realmente importa para o São Paulo.


Impressionante...

Como o time do meio-estádio ainda sente arder o rabo pela trolhada que levaram há quase 3 anos. Não é pra menos, em sua insignificancia, dificilmente terão chance como aquela. Muitos gritos de "fugiu do caldeirão", entre outras hostilidades já esperadas pelo São Paulo, toda vez que joga no Meio-estádio. Time pequeno é assim.

E o mais trsite é que se iludem quanto ao fato de o Sao Paulo ser um de seus maiores rivais. Mal sabem que eles não significam absolutamente nada para o clube paulista, se não um time que, quando vem jogar no Morumbi, significam 3 pontos na conta do São Paulo.


Bola Cheia
- Muricy. Pelo contexto, armou bem o time.
- Juninho e Aislan. Foram bem na zaga e o garoto foi expulso injustamente.
- Bruno e Wellington. Sentirama estréia, mas mostraram potencial. Principalmente o primeiro, que já era destaque nas bases.
- Rafael. Apesar de ser ruim de bola, deu mais opções de ataque no segundo tempo.
- Empate fora de casa, com time reserva, em local de retrospecto ruim e hostil.

Bola Murcha
- Éder Luis. Nem o gol salva atuação ridícula. Fora este lance, perdeu TODAS as jogadas. Que volte logo pro Galo, pois não tem lugar no São Paulo.
- CAP. Time pequeno, que pensa ser grande. Não vão esquecer a trolhada de 2005 nunca. Patéticos.
- Empate, quando merecíamos ter saído com a vitória.
- Arbitragem PÉSSIMA.


FICHA TÉCNICA

ATLÉTICO-PR 1 x 1 SÃO PAULO
Local: Arena da Baixada, em Curitiba (PR)
Data: 18 de maio de 2008, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Djalma José Beltrami Teixeira (Fifa-RJ)
Assistentes: Dibert Pedrosa Moisés (Fifa-RJ) e Ediney Guerreiro Mascarenhas (RJ)

Cartões amarelos: Léo Medeiros, Alan Bahia e Leandro Bambu (Altético-PR); Juninho e Rafael (São Paulo)
Cartão vermelho: Aislan (São Paulo)

Gols: Atlético-PR: Danilo, aos 13 minutos do primeiro tempo
São Paulo: Éder Luis, aos 34 minutos do segundo tempo

ATLÉTICO-PR: Vinícius; Alex Fraga, Danilo e Leandro Bambu; Nei, Alan Bahia, Valencia (Zé Antônio), Netinho e Leo Medeiros (Kaio); Pedro Oldoni (Rogerinho) e Marcelo Ramos
Técnico: Ney Franco

SÃO PAULO: Bosco; Bruno, Juninho e Aislan; Éder, Wellington (Rafael), Joilson, Júnior e Alex Cazumba; Éder Lúis (Sérgio Mota) e Borges
Técnico: Muricy Ramalho.


quarta-feira, 14 de maio de 2008

Para registro.


Sobre o primeiro jogo das quartas da Libertadores, contra o Fluminense, logo mais no Morumbi, só espero uma única coisa: que o São Paulo não leve gols.

O resto, com perdão do português bem claro, foda-se. Qualquer coisa além disso será boa. Um golzinho fora, lá no Maracanã, e a pressão fica para o Flu.

No mais, espera-se casa cheia, com quase 60 mil pessoas. E o clima de Libertadores!

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Gafe do PVC!



Uma pequena gafe no blog do PVC. Esclando o time do SPFC, em análise dos times do Brasileirão 2008, colocou o palmeirense Marcos no lugar do Rogério Ceni na meta do Tricolor, com certeza por lapso.

Essas coisas que acontecem, especialmente por causa de seu sub-consciente porcolino. Nada que mude o preço do barril de petróleo ou o dólar.

É o que os ingleses chamariam de troca do Diabo pelo Santo. O Santo Padroeiro de Manchester e o Demônio de Liverpool...

Mais uma da série: Acredite se quiser!

O novo técnico do Guará é Argel "Paulada". Seu auxiliar? Ninguém menos que Claudiomiro "Voadora".

E os adversários que preparem suas caneleiras. E as macas, departamentos médicos, planos de saúde, e afins...

Já no Barueri, o novo dirigente de futebol é... José Calil!

A fina-flor do jornalismo com credibilidade!

Não acreditou?

Então clique aqui ó!

E também aqui, ó!