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terça-feira, 7 de outubro de 2008

A hora da verdade!

Cansei de repetir aqui neste blog que o São Paulo de 2008 é um time chato, burocrático, repleto de jogadores abaixo da crítica e principalmente mal treinado, mal planejado e mal administrado na temporada. Tanto que acompanhar os jogos do SPFC no Brasileiro tem sido tarefa árdua, até mesmo para torcedores mais assíduos e apaixonados - categoria na qual modestamente me incluo.

E a despeito de tudo isso, o São Paulo entra em campo pela 29ª rodada (restando, portanto, 10 jogos para o final do Campeonato Brasileiro) com chances de título, o terceiro consecutivo. Sim, porque se há uma única coisa que esse time tem, mesmo repleto de defeitos, é experiência de decidir, e o campeonato apresenta um nível tão baixo que isso pode fazer diferença. Os quatro pontos de diferença para os líderes podem ser facilmente diluídos nestes 30 que ainda faltam ser disputados. Bem verdade que, por outro lado, essa diferença pode aumentar.

Por isso tudo, após a vitória sobre o Cruzeiro no Morumbi, a hora de decisão no Brasileiro chegou para o São Paulo. Seriam 3 jogos que definiriam, sem dúvida, o destino da equipe no torneio: Ipatinga (fora), Náutico (em casa) e Palmeiras (fora). A vitória frente aos dois primeiros permitiria ao clube chegar no confronto direto no clássico pra consignar suas aspirações: briga efetivamente pelo título ou corre atrás da 6ª Libertadores seguida. A primeira etapa foi superada com a vitória contra os mineiros, mesmo sem jogar um grande futebol (tônica do SP, mesmo nos melhores momentos no ano e no BR´08).

Quinta-feira, o time encara o Náutico no Morumbi. Empate ou derrota selam antecipadamente o destino do clube no torneio. A vitória coloca o clássico como a grande decisão, ao menos para o Tricolor. A importância desta seqüencia justifica-se pela continuidade do campeonato. Considero a tabela favorável ao Tricolor, se comparada as dos rivais nesta briga. Rivais estes que, após a mesma 30ª rodada, a meu ver, também terão evidenciadas suas reais aspirações. Palmeiras, Gremio, São Paulo, Cruzeiro e Flamengo.

Portanto, a hora da verdade chegou. É melhor procurar esquecer que o time possui tantos defeitos e que, numa suposta conquista, será tranquilamente o time mais fraco a ter levado o torneio nacional. Esquecer em termos, pois é diante desta incontestável deficiência técnica e tática que o São Paulo tem que entender que não é o mesmo time de anos passados. Mas é um time que tem Rogério Ceni, Miranda e Hernanes, tranquilamente entre os melhores de suas posições jogando no Brasil.

A sorte do São Paulo (e precisaremos muito dela, de fato..) está lançada.

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Um passo importante...





Ontem a noite, o São Paulo deu um importante passo no campeonato Brasileiro. Se sua posição na tabela pouco mudou, a inesperada vitória fora de casa frente ao Vitória deu ao Tricolor indícios de que deve, ao que tudo indica, aspirar por algo maior no torneio nacional. Continuo achando que o tri é algo complicado, mas cada vez menos distante.

Quanto ao jogo, o São Paulo entrou muito desfalcado, sem Borges, Aloísio, Miranda e André. Muricy optou por abandonar o 3-5-2 e escalar o time na famosa duas linhas de 4, utilizada pelo Boca Juniors e pela Itália, na Copa 06. Um esquema interessante, mas que requer precisão para não virar um desastre. À frente, Dago e Éder formaram a dupla leve pela primeira vez, a contragosto do técnico, e foram importantes no resultado.

É bem verdade que a pressão do clube baiano no início gerou um gol mal anulado que poderia ter mudado o rumo da partida, obrigando o São Paulo a se abrir mais para buscar o resultado. Mas aos poucos o SPFC se impôs, dominou sobretudo o meio-campo e logo abriu o marcador, com Hugo aparecendo livre na área.

No segundo tempo, o tri-mundial se postou compacto no meio e partiu nos contra-ataques. Em duas jogadas individuais, exatamente como se esperava destes jogadores, primeiro Dagoberto fez o segundo e Éder o terceiro, numa bela arrancada. Um verdadeiro golaço. Bom ver que aos poucos Dagoberto volta a apresentar um futebol descente, mas ainda abaixo do que se espera dele, a grande contratação do clube em 2007. É claro, porém, que uma sequencia de jogos ajudaria, como de fato acontece. Em dupla com Éder, ambos foram bem, mostrando ao técnico que o elenco tem vaiáveis importantes, sem a necessidade do chamado homem-de-área.

Defensivamente, o São Paulo até que foi bem, mesmo com as ausências de Miranda e André, mas Rogério foi responsável por ótimas defesas, tendo sido castigado nos acrescimos com um gol esquisito, depois de uma boa defesa. Mas nada que preocupasse a noite tricolor, para o melhor público no Barradão depois de muito tempo pelo Vitória, de volta à elite nacional.

De toda forma, o São Paulo foi bem, mesmo diante de muitos desfalques e em um esquema interessante, porém exigente de rigor tático. Venceu fora de casa um dos adversários que vinham no topo e, se a posição na tabela ainda não é das melhores, o time dá sinais que tem fôlego para brigar por algo mais digno. E a boa fase deve ser colocada em prova contra o ascendente Botafogo, no Morumbi, com o Tricolor repleto de desfalques novamente.

Aqui é Corinthians???!!!

Pois é assim que o São Paulo tem sido tratado ultimamente. Com o clube querido da Globo na segunda divisão, o São Paulo virou o principal foco de audiência paulista na série A. Praticamente todos os jogos fora de~casa tem passado na emissora e este foi o terceiro jogo em sete dias. Que diferença... rs.

Lembrete!

Colegas cornetas, não se esqueçam de utilizar do nosso banner de identificação no topo da mensagem. Parece bobagem, mas é bacana pra mostrar quem está cornetando...


Bola Cheia
- Dagoberto e Éder Luiz
- Esquema e coletividade
- Rogério Ceni. ótimas defesas.
- Vitória fora de casa

Bola Murcha
- Desfalques em série
- Pouca chance aos garotos da base




FICHA TÉCNICA
VITÓRIA 1 X 3 SÃO PAULO


Local: Estádio Barradão, em Salvador (BA)
Data: 16 de julho de 2008, quarta-feira
Horário: 21h45 (de Brasília)
Árbitro: Sérgio da Silva Carvalho (DF)
Assistentes: Marrubson Melo Freitas (DF) e Pedro Jorge Santos de Araújo (AL)
Cartões amarelos: Daniel, Thiago Gomes e Anderson Martins (Vitória). Dagoberto, Joílson, Richarlyson e Zé Luis (São Paulo)
GOLS: VITÓRIA: Dinei, aos 45 minutos do segundo tempo
SÃO PAULO: Hugo, aos 12 minutos do primeiro tempo. Dagoberto, aos 28, e Éder Luis, aos 35 minutos do segundo tempo

VITÓRIA: Viáfara; Marco Aurélio, Thiago Gomes, Anderson Martins e Daniel; Vanderson, Marco Antônio (Jackson), Williams (Rodrigão) e Ramon (Ricardinho); Dinei e Marquinhos
Técnico: Vágner Mancini

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Alex Silva, Juninho e Zé Luis; Joílson (Jancarlos), Richarlyson, Hernanes, Hugo e Jorge Wagner; Dagoberto (Júnior) e Éder Luis (Pablo)
Técnico: Muricy Ramalho

domingo, 13 de julho de 2008

Perdemos a chance...

Perdemos a chance de devolver a injusta goleada sofrida contra o Porco na primeira fase do Paulista. Não que isso signifique que o São Paulo tenha feito uma partida excepcional contra o rival verde hoje no Morumbi, mas diante das limitações próprias e do adversário, conseguiu impor seu jogo e foi melhor durante toda a partida. Criou e perdeu pelo menos quatro chances absurdas de gol, além de um penalti não marcado.

Desde o início, o Palmeiras sofreu com o erro de Luxemburgo. Talvez menosprezando o parco futebol do tricolor no campeonato, colocou Leo Lima e Martinez, na ausência de Pierre, para proteger os fraquíssimos Jeci e Gladstone. Prato cheio para o meio campo tricolino, com a volta de Joilson pelo setor, deitar e rolar. Rapidamente, o São Paulo foi criando chances e com menos de 10 minutos já vencia com gol de André Dias, depois de uma bela bola de Hernanes para Jorge Wagner cruzar para o zagueiro abrir o placar.

Por outro lado, o setor de criação do Palmeiras simplesmente sumiu diante dos defensores são-paulinos. André Dias foi muito bem, tal como Zé Luiz e até Ricky, que foi discreto em suas treslouquices. No primeiro tempo, Luxemburgo viu seu time levar um tremendo sufoco, sendo que o São Paulo poderia ter descido com pelo menos 3 gols de vantagem, não fosse as chances mais do que claras perdidas, especialmente por Hugo.

Depois do intervalo, Luxemburgo não mexeu no time. Tentou contornar só com mudanças táticas, mas não bastou. Apesar de a posse de bola ter ficado mais equilibrada, as reais chances de gol sempre foram tricolores. Numa delas, Hugo driblou Marcos e não fez o gol, e na sequencia, Dagoberto sofreu penalti não assinalado. Pouco depois, foi a vez do camisa 25 ter chance na entrada da pequena área e ser travado pelo zagueiro porco.

Dagoberto, alias, foi a surpresa na escalação de Muricy, e foi determinante para bagunçar a marcação porcolina, especialmente na primeira etapa. Teve lampejos do bom jogador da época de CAP, importante taticamente, mas também demonstrou ainda sentir seu lado peladeiro, nas jogadas individuais perdidas. De forma geral foi bem. Borges, em tarde pouco feliz, teve bons momentos, mas acabou substituído na segunda etapa depois de cair e machucar seriamente o cotovelo. Será desfalque importante para Muricy nos próximos jogos, assim como Miranda já é.

Depois da entrada feliz de Eder Luiz e o gol em sua primeira participação, aos 38 do segundo tempo, o Tricolor apenas esperou o jogo acabar. Aloísio, substituto de Borges, teve a chance de puxar dois contra-ataques que seriam fatais quase no apito final, mas equivocadamente preferiu segurar o jogo. Como castigo, já nos acréscimos, o gol do Palmeiras num escanteio, numa saida mal calculada de Rogério Ceni. Mas nada que abale sua boa prtida.

Já o Palmeiras, pagou pelo equívoco do Rei das estratégias que esclaou mal, e fez substituições manjadíssimas e pouco eficientes. E além de tudo, viu Martinez jogar 10 minutos feito um cone, por não poder substitui-lo no final do jogo. Em cima dele que Eder Luiz apareceu para fazer o segundo gol. Some-se a isso a maior magia do Mago chileno que mais uma vez sumiu diante de Alex Silva e Zé Luiz. Apareceu mesmo pra fazer chororô, e levou um baita esfregão do gaúcho Simon.

A conclusão é que o São Paulo jogou muito bem e contou com um adversário mal escalado e desorientado. Poderia ter devolvido a goleada injusta do Paulista, mas ficará para uma próxima. A verdade é que hoje o Tricolor foi muito melhor e venceu, dando sinais que ainda está na briga por algo maior no Brasileiro. Mas que precisa melhorar muito pra triunfar pela terceira vez seguida, coisa que eu, particularmente, acho muito difícil que ocorra em 2008. Sem ilusões, com pés no chão.


Bola Cheia
- André Dias
- Joílson
- Hernanes
- Dagoberto

Bola Murcha
- Contusão de Borges.
- Hugo e seus gols perdidos.
- Luxemburgo
- Palmeiras que não viu a cor da bola

FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 2 X 1 PALMEIRAS

Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 13 de julho de 2008, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Carlos Eugênio Simon (Fifa-RS)
Renda: R$ 583.397,00
Público: 22.235 pagantes (76 não pagantes)
Assistentes: Émerson Augusto de Carvalho (Fifa-SP) Carlos Augusto Nogueira Júnior (SP)
Cartões amarelos: Dagoberto (SP), Kléber (Pal), Gladstone (Pal), Alex Mineiro (Pal) e Aloísio (SP)
Gols:
SÃO PAULO: André Dias, aos sete minutos do primeiro tempo; Éder Luís, aos 38 minutos do segundo tempo.
PALMEIRAS: Jeci, aos 48 minutos do segundo tempo.

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Alex Silva, André Dias e Zé Luís; Joílson (Éder), Richarlyson, Hernanes, Hugo e Jorge Wagner; Dagoberto (Éder Luís) e Borges (Aloísio)
Técnico: Muricy Ramalho.

PALMEIRAS: Marcos; Fabinho Capixaba (Evandro), Jeci, Gladstone e Leandro; Martinez, Léo Lima (Lenny), Diego Souza (Denílson) e Valdívia; Kléber e Alex Mineiro
Técnico: Wanderley Luxemburgo.

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Não será desta vez...

Prezados amigos corneteiros. No próximo sábado, o São Paulo enfrentará o Sport, campeão da Copa do Brasil, no Morumbi, às 18h20. Certamente, o jogo não será transmitido, a não ser pelo PPV. Assim, tal como na últimas 4 rodadas do campeonato nacional, não consiguirei fazer o review do jogo por aqui, tal como tem acontecido nas últimas semanas, por razões diversas.

Apenas para constar, baixei na Internet os ultimos dois jogos do SPFC contra o Galo e Flamengo. Tinha visto apenas os gols, e lido alguns comentários. Ontem, assisti ao jogo da última rodada, enquanto esperava o jogo da seleção começar. Dá pra dizer que, em muitos momentos, o Tricolor jogou bem, o que dá um ânimo para o torcedor que viu seu time sofrível na maioria das oportunidades em 2008.

No mais, acho que ficarei devendo uma análise do próximo jogo também. Vamos ver... Espero que a correria aqui também dê uma trégua para porder passar mais por aqui e cornetar, como de costume.

Sensacional!!!



Essa camisa do SPFC, lançada no início de 2008 e repetida no lançamento da nova linha retrô, é realmente muito bonita! Pena que não possa ser utilizada em jogos por questões estatutárias do clube. Seria uma bela jogada de mkt, que teve que se virar para lançar o produto como apenas "camisa do torcedor". Ver o SPFC em campo, assim, só na imaginação. É uma pena... Mas logo, vou agregar esta aí para minha singela coleção, também.

A propósito, qualquer hora farei um especial, na base do combo (aqui no CFC e no Camisas de Futebola), sobre minhas camisas tricolinas! Aguardem!

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Castigo incrível!

A eliminação, em si não é decepcionante. Fomos muito mais longe que merecíamos. Fizemos uma primeira fase sofrível, passamos pelo Nacional pelo mínimo. Ficar nas quartas, pela primeira vez, é justo por tudo que o São Paulo fez até agora em 2008.

O que dói é ser eliminado desta forma, no último minuto. Coisas do futebol.

Agora, na terminologia do Mano Menezes (e que certamente vou adotar...), somos mais um peru de fora. Peru que morre de véspera, diga-se de passagem.

Com mais calma, os detalhes do jogo vem depois. Só uma coisa que já dá pra antecipar: Aloísio é nota 10. Melhor em campo pelo São Paulo.

terça-feira, 20 de maio de 2008

Bolão Brasileiro 2008 - ESPN

Colegas cornetas,

Criei na ESPN o nosso Bolão do Campeonato Brasileiro 2008. Aqueles que já são cadastrados no site e quiserem participar, podem deixar o email nos comentários para eu enviar o convite, ou podem procurar diretamente pelo seguinte Bolão:

Corneteiros F.C


Para acessar o site do Bolão ESPN, é só clicar aqui! E continuam valendo os cadastros de 2007, hein! Aguardo manifestações.

Começam a valer os resultados a partir da terceira rodada. Portanto, até sábado dá pra fazer as apostas.

domingo, 18 de maio de 2008

Bom empate, mas merecia a vitória...




Bosco; Bruno, Aislan e Juninho; Éder, Wellington (depois Rafael), Joílson, Júnior e Alex Cazumba; Éder Luís (depois Sérgio Mota) e Borges. Este foi o time que Muricy colocou em campo contra o já conhecido Atlético do Paraná, em seu meio-estádio. Além do retrospecto desfavorável jogando por lá, pesava a estréia de MUITOS garotos. Tudo pra ser um jogo pra ser esquecido.

E assim começou. Com pressão, o CAP logo fez o primeiro, em jogada de falha de marcação e de saída de Bosco. Que, alias, seria a primeira e única do time tricolor. Aos poucos os jovens Wellington e Bruno tomaram conta do meio-campo e as chances de ataque começaram a aparecer. O São Paulo ja foi para o intervalo muito mais perto de alcançar o empate que do o CAP apliar o placar em seu favor.

E ao iniciar o segundo tempo, realmente passou a ser questão de tempo. Com a entrada de Rafael (e com três laterais direitos em campo, rs...), o São Paulo ganhou muita força ofensiva e chegou a meter duas bolas na trave. Até que numa boa jogada (que até no time titular estava complicada de ser ver, ultimamente...) Éder Luis fez o gol de empate. Gol, alias, que nem de longe livra sua cara, como o pior em campo pelo São Paulo. Júnior, como único jogadore realmente experiente em campo pelo Tricolor, teve o papel de articulador e, apesar do peso da idade e do fisico, não foi mal.

A zaga esteve muito bem, com destaque para Juninho e Aislan. Este, por outro lado, foi injustamente expulso em lance que, se muito, foi falta. O próprio bandeira, marcou apenas lateral no lance. Alias, o juiz e seus assistentes estiverem em jornada terrível. A meu ver, e falando bem francamente e sem cornetagens, prejudicou muito mais ao time visitante que o time do meio-estádio. O lance do penalti marcado e invalidado pode até ser discutível, mas o impedimento assinalado não houve, e por quase 1,5 metros.

Enfim, acabou saindo barato para o time paranaense, pois, pelo contexto do jogo, o São Paulo foi muito mais perigoso, e dominou o jogo a maior parte do tempo. Mereceu a vitória, a despeito de ter jogado com TODOS os jogadores reservas, sendo alguns que faziam o primeiro jogo pelo time profissional.

Portanto, o empate no meio-estádio pode até ser um bom resultado, tendo em vista todas as adversidades (time reserva, retrospecto, hostilidade...). Mas pelo jogo, a vitória seria mais justa. Pena que não veio. Espero que venha na quarta-feira, quando o jogo realmente importa para o São Paulo.


Impressionante...

Como o time do meio-estádio ainda sente arder o rabo pela trolhada que levaram há quase 3 anos. Não é pra menos, em sua insignificancia, dificilmente terão chance como aquela. Muitos gritos de "fugiu do caldeirão", entre outras hostilidades já esperadas pelo São Paulo, toda vez que joga no Meio-estádio. Time pequeno é assim.

E o mais trsite é que se iludem quanto ao fato de o Sao Paulo ser um de seus maiores rivais. Mal sabem que eles não significam absolutamente nada para o clube paulista, se não um time que, quando vem jogar no Morumbi, significam 3 pontos na conta do São Paulo.


Bola Cheia
- Muricy. Pelo contexto, armou bem o time.
- Juninho e Aislan. Foram bem na zaga e o garoto foi expulso injustamente.
- Bruno e Wellington. Sentirama estréia, mas mostraram potencial. Principalmente o primeiro, que já era destaque nas bases.
- Rafael. Apesar de ser ruim de bola, deu mais opções de ataque no segundo tempo.
- Empate fora de casa, com time reserva, em local de retrospecto ruim e hostil.

Bola Murcha
- Éder Luis. Nem o gol salva atuação ridícula. Fora este lance, perdeu TODAS as jogadas. Que volte logo pro Galo, pois não tem lugar no São Paulo.
- CAP. Time pequeno, que pensa ser grande. Não vão esquecer a trolhada de 2005 nunca. Patéticos.
- Empate, quando merecíamos ter saído com a vitória.
- Arbitragem PÉSSIMA.


FICHA TÉCNICA

ATLÉTICO-PR 1 x 1 SÃO PAULO
Local: Arena da Baixada, em Curitiba (PR)
Data: 18 de maio de 2008, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Djalma José Beltrami Teixeira (Fifa-RJ)
Assistentes: Dibert Pedrosa Moisés (Fifa-RJ) e Ediney Guerreiro Mascarenhas (RJ)

Cartões amarelos: Léo Medeiros, Alan Bahia e Leandro Bambu (Altético-PR); Juninho e Rafael (São Paulo)
Cartão vermelho: Aislan (São Paulo)

Gols: Atlético-PR: Danilo, aos 13 minutos do primeiro tempo
São Paulo: Éder Luis, aos 34 minutos do segundo tempo

ATLÉTICO-PR: Vinícius; Alex Fraga, Danilo e Leandro Bambu; Nei, Alan Bahia, Valencia (Zé Antônio), Netinho e Leo Medeiros (Kaio); Pedro Oldoni (Rogerinho) e Marcelo Ramos
Técnico: Ney Franco

SÃO PAULO: Bosco; Bruno, Juninho e Aislan; Éder, Wellington (Rafael), Joilson, Júnior e Alex Cazumba; Éder Lúis (Sérgio Mota) e Borges
Técnico: Muricy Ramalho.


quinta-feira, 15 de maio de 2008

Conjecturando...

Suponhamos que passam Atlas pelo Boca e América pelo Santos... teríamos dois mexicanos na semi-final. O que significa que obrigatoriamente se enfrentariam nesta fase. Logo, um mexicano disputará a final. Que por sua vez, mesmo vencendo, não irá para o Mundial de Clubes.

Sendo assim, os vencedores de Flu x SP e San Lorenzo x LDU podem fazer a disputa de quem irá para o Mundial, já nas semi-finais.

Interessante essa tal de Libertadores.

Brigadores 1 x 0 Peladeiros. E vamos que vamos!




O que se viu ontem, no Morumbi, pode ser resumido assim: um time brigador x um time peladeiro. E na Libertadores, os times com a primeira caracteristica costumam ser mais premiados que os segundos. Ontem não foi diferente. Com muita vontade e marcação forte, o São Paulo dominou o jogo, quase não deixou o Fluminense jogar, especialmente na primeira etapa, e venceu por 1 a 0, com relativa tranquilidade. Resultado, alias, que poderia ter sido muito melhor, não fossem os gols perdidos, mas o bom futebol apresentado já valeu a noite.

Adriano estava em noite inspirada e foi o nome do jogo. Muita briga, trombadas, passes e claro, o gol da vitória. Dagoberto ganhou o lugar de Borges e fez, de longe, sua melhor partida no ano e uma das melhores com a camisa do São Paulo. Boas jogadas, mas infelizmente perdeu dois gols (um no primeiro e outro no segundo tempo) que poderiam ter dado mais tranquilidade ao São Paulo.

No meio, a força de marcação fez com que Thiago Neves jogasse feito juvenil e Dodô fazendo mágica valdiviana. As poucas vezes que conseguiu usar sua técnica superior, o time do Fluminense não conseguiu ser tão perigoso. A sorte carioca mudou quando Thiago Neves (descontente...) deu lugar a Conca. Foi o alento do Flu, que chegou a preocupar a zaga do São Paulo, mas que foi contornada com boa atuação do sistema defensivo: Miranda e Alex Silva.

Por incrível que pareça, Hugo foi bem. Ajudou bastante a marcação e não foi a nulidade de sempre. Ricky deu muitos espaços na ponta direita do Flu, mas esteve em jornada razoável. Assim como os brigadores Zé Luís e Fábio Santos. Abaixo da média, apenas a participação ofensiva de Hernanes, embora tenha ido muito bem defensivamente.

O belo futebol do primeiro tempo - talvez o melhor apresentado em 2008 - deu lugar ao futebol burocrático e em banho-maria no segundo tempo. Claramente, o São Paulo não queria arriscar e o Flu manteve a postura peladeira de antes, mas com um pouco mais de espaço. Ainda sim, quem levou mais perigo foi o São Paulo, com sua dupla de ataque perdendo um gol cada um.

No mais, o resultado acabou sendo bom, apesar dos gols perdidos. Como eu esperava, não levamos gols, e agora um gol fora de casa pode complicar a vida do Fluminense. Mas nada está decidido ainda. E isso é Libertadores. Se tudo der certo semana que vem, dá mesmo pra acreditar que o São Paulo pode levar seu quarto título, com o pior time e pior futebol de todos os seus esquadrões que já triunfaram no torneio.


Puxa-saco!

Não sou tão inocente quanto nosso amigo Ramón, embora entenda que ele tenha acreditado no que viu por cornetagem pura. Era evidente que a Globo quis dar enfoque igualitário entre as torcidas. Ou acha que um duelo entre paulistas x cariocas, transmitido para as duas praças, seria tratado de forma parcial, como nos demais jogos dos times na Libertadores?

O fato de, pela televisão, os quase 4 mil torcedores do Flu terem "abafado" os outros 55 mil são-paulinos, em determinados momentos, se deve à cobertura da Globo. E digo isso com confirmação de quem esteve no estádio e ratificou, sem pestanejar, que poucas vezes se ouviu, efetivamente, a torcida carioca.

Mas nas câmeras e microfones, a história é outra. Compreensível, até. E não será diferente semana que vem, no Maracanã. Querem apostar?


Bola Cheia
- Adriano.
- Dagoberto.
- Primeiro tempo ótimo!
- Resultado bom.
- Libertadores.

Bola Murcha
- Thiago Neves e Dodô.
- Segundo tempo bem abaixo do primeiro.
- Gols perdidos que poderiam ter definido o confronto.


FICHA TÉCNICA

SÃO PAULO x FLUMINENSE
Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 14 de maio de 2008, quarta-feira
Horário: 21h50 (de Brasília)
Renda: R$ 1.716.276,00
Público: 61.599 pagantes (111 não pagantes)
Árbitro: Óscar Ruiz (Colômbia)
Assistentes: Humberto Clavijo e Rafael Rivas (ambos colombianos)
Cartões amarelos: Jancarlos (SP), Thiago Neves ( Flu), Dagoberto (SP), Roger (Flu) e Hernanes (SP).
Gols:
SÃO PAULO: Adriano, aos 18 minutos do primeiro tempo.

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Jancarlos, Alex Silva, Miranda e Richarlyson; Zé Luis, Hernanes, Fábio Santos e Hugo; Dagoberto (Aloísio) e Adriano.
Técnico: Muricy Ramalho.

FLUMINENSE: Fernando Henrique; Gabriel, Roger, Luiz Alberto e Júnior César; Ygor, Cícero, Arouca e Thiago Neves (Conca); Dodô e Washington.
Técnico: Renato Gaúcho.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Gafe do PVC!



Uma pequena gafe no blog do PVC. Esclando o time do SPFC, em análise dos times do Brasileirão 2008, colocou o palmeirense Marcos no lugar do Rogério Ceni na meta do Tricolor, com certeza por lapso.

Essas coisas que acontecem, especialmente por causa de seu sub-consciente porcolino. Nada que mude o preço do barril de petróleo ou o dólar.

É o que os ingleses chamariam de troca do Diabo pelo Santo. O Santo Padroeiro de Manchester e o Demônio de Liverpool...

Mais uma da série: Acredite se quiser!

O novo técnico do Guará é Argel "Paulada". Seu auxiliar? Ninguém menos que Claudiomiro "Voadora".

E os adversários que preparem suas caneleiras. E as macas, departamentos médicos, planos de saúde, e afins...

Já no Barueri, o novo dirigente de futebol é... José Calil!

A fina-flor do jornalismo com credibilidade!

Não acreditou?

Então clique aqui ó!

E também aqui, ó!

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Imagina isso no Brasil?



Real Madrid campeão no final de semana. Próximo jogo? Só o classico contra o Barcelona. O maior da Espanha e um dos maiores do mundo. Nem preciso dizer a rivalidade exacerbada pela questão da Catalunha versus Espanha.

Eis que, repetindo o gesto comum na Inglaterra (tal como realizado pelo Chelsea para o Manchester, em temporada recente), os jogadores do Barcelona formam um corredor e aplaudem o Real Madrid. Alguém consegue imaginar o Guarani fazendo isso para a Ponte? Ou o Corinthians para o Palmeiras? E, logo mais alí, o River para o Boca?

Por essas e outras que o futebol as vezes vale a pena, ainda. Enquanto isso, por aqui, os "torcedores" marcam hora pra quebrar pau nos metrôs pelo Orkut...

Ah, o jogo! Goleada sonora do Real Madrid por 4 a 1, pra fechar com chave de ouro.